Empréstimo agiota: entenda os perigos!

Empréstimo agiota: entenda os perigos!

Em momentos de desespero e dificuldade, muitas pessoas recorrem a agiotas para obter uma avultada quantia de dinheiro em um período de tempo muito curto. Seja por terem o nome sujo ou pela burocracia face à concessão de crédito por parte das instituições financeiras tradicionais, a verdade é que ainda existe a crença de que recorrer a um agiota se revela uma solução eficaz em situações emergenciais, sendo que a verdade é que o que acontece é a aquisição de uma dívida muito mais alta por conta da elevada taxa de juros cobrada pelo mesmo – e que é, em muito, superior aquela que é praticada pelos bancos.

Posto isto – e embora pareça uma alternativa viável e aparentemente simples no que tange ao empréstimo de dinheiro rápido –, o empréstimo agiota esconde perigos reais que podem resultar em consequências gravíssimas para o devedor; saiba mais abaixo!

 

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  1. Ilegalidade

Em primeiro lugar, é importante atentar que o fato de o agiota emprestar dinheiro sem comprovação de renda e sem exigir fiador ou realizar uma consulta de crédito se deve ao fato de esta ser uma atividade ilegal. Em suma: agiotagem é crime cuja legislação prevê a detenção de quem a pratica, na medida em se verificam os seguintes aspectos abusivos:

  • Empréstimo de dinheiro sem autorização do Banco Central (órgão regulador dessa atividade);
  • Cobrança de juros abusivos;
  • Constrangimento, ameaça, tentativa de extorsão ou de agressão dos devedores que não pagam os empréstimos contraídos.
  1. Juros altíssimos

Quando se fala de empréstimo agiota, o primeiro pensamento remete para o fato de o credor cobrar juros muito elevados comparativamente com bancos e outras instituições financeiras tradicionais (isto é, há lugar à cobrança de juros calculados a partir de um percentual sobre o valor emprestado), cuja taxa varia muito. A título de exemplo, enquanto a maioria dos bancos cobra juros de até 10%, o agiota pode cobrar até 40% – e enquanto o devedor não conseguir pagar o total do empréstimo contraído, ainda que faca pagamentos fracionados por mês, o valor da dívida aumenta exponencialmente por conta da taxa de juros abusiva.

  1. Bens como garantia

É igualmente importante atentar no fato de os agiotas pedirem bens como garantias (nomeadamente jóias ou outros itens de valor) ao interessado nesse tipo de empréstimo, uma vez que não é possível cobrar legalmente o devedor em caso de incumprimento do pagamento. Por isso – e justamente porque não há uma contratualização do empréstimo –, os riscos de extorsão e de perda dos bens em caso de incumprimento são muito elevados e podem mesmo comprometer a integridade física e psíquica do devedor nessas circunstâncias.

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Sobre o autor: Jeniffer Elaina da Silva

Jeniffer Elaina trabalha como Editora freelancer, tendo mais de cinco anos de experiência em escrita e revisão de artigos para web. É formada em Marketing com pós-graduação em Administração de Empresas na FGV Bauru. Sua maior paixão é poder compartilhar conhecimentos e aprender um pouco mais a cada dia.

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