April 28 2012

Regina Di Ciommo

Redução de juros vai trazer vantagens para pequenas e médias empresas.

Repercutiu positivamente no Brasil a notícia da redução dos juros absurdos da economia brasileira. É claro que somente foi criticada pelo sistema financeiro bancário, que passa a lucrar um pouco menos. As iniciativas prontamente tomadas por bancos oficiais, seguidos de algumas instituições privadas provou que havia folga para essa medida fosse tomada até há mais tempo. Assim o Brasil deixou de possuir a maior taxa de juros do mundo, o que era um título em nada vantajoso, e esse “honroso” lugar passou agora para a Rússia.

No dia 18 de abril, através do COPOM, o Banco Central decidiu diminuir a taxa de juros básica da economia brasileira, de 9,75% para 9%. As taxas passaram a se aproximar daquelas em vigor em 2010, que eram de 8,75% ao ano. Segundo os economistas isto se deve mais ao contexto de crise mundial, com a redução dos preços dos produtos com cotação internacional (commodities) e a presença de investimentos estrangeiros, que fogem da Europa e buscam mercados emergentes como o Brasil. O país continua a depender do ambiente financeiro externo.

O Banco do Brasil iniciou a série de medidas para baixar as taxas de juros, seguido pela Caixa, HSBC e o Santander. Posteriormente os dois maiores bancos privados do Brasil, Bradesco e Itaú diminuíram suas taxas e o Banco do Brasil reduziu novamente suas taxas para pessoas físicas e empresas.

Pequenas e médias empresas vão perceber o aumento da competição entre os bancos para captar clientes. As instituições estão interessadas em trocar dívidas por empréstimos com juros mais baixos. A competição pelos clientes obriga os bancos privados a também baixarem suas taxas de juros para empréstimos, o que beneficia os clientes endividados. As dívidas nos bancos privados serão reescalonadas nos bancos públicos com taxas mais favoráveis, como é o caso do que vem sendo feito pelo Banco do Brasil ou na Caixa. É possível saldar a dívida e passar a dever para outra instituição. Mas devemos salientar que, apesar do muito que se tem falado da queda na taxa básica de juros, o impacto na vida do consumidor é pequeno. O cheque especial e os cartões de crédito continuam com taxas muito altas, diminuindo apenas de 1 a 1,2% ao mês. O que ocorreu foi uma pequena variação, incapaz de pesar realmente no dia a dia.

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É claro que os juros altos dificultam o crescimento da economia, já que fica caro tomar empréstimos para produção industrial e ao mesmo tempo o consumidor reduz seus gastos, quando o crediário fica mais caro. Juros menores, ao contrário, estimulam a produção e o consumo, melhorando o PIB (Produto Interno Bruto), desde que a inflação esteja sob controle.

Os aposentados poderão se beneficiar das medidas. O Banco do Brasil diminuiu a taxa do empréstimo consignado, que era de 0.85% e foi para 0,79% ao mês. Atualmente 61,18% dos aposentados, ou cerca de 14 milhões, o que é um grande contingente, tem um contrato de empréstimo consignado.

O governo já avisou que a redução dos juros não será maior porque juros menores afastam investidores de papéis que sustentam a dívida pública, como fundos de renda fixa e títulos do Tesouro Nacional, comprometendo o seu pagamento. O que é questionável, de acordo com os economistas.

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Sobre o autor: Regina Di Ciommo

Mestrado e Doutorado em Sociologia pela UNESP – Universidade Estadual Paulista, pós-doutorado em Recursos Naturais com especialização em Ecologia Humana. Pesquisadora da Universidade Estadual da Bahia, em Ilhéus, é professora de cursos de pós-graduação. Autora e coordenadora de projetos de desenvolvimento local e sustentabilidade, nos estados de São Paulo e Bahia.

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Discussão

EROS AUGUSTO ALVES DE ALMEIDA April 1, 2014 at 4:51 pm

Bom dia,
Possuo três empresas com patrimônio imobiliário, sendo que, a FÁBRICA DE ARTFATOS DE CONCRETO à beira da Rodovia Presidente Dutra em Barra Mansa, com 5000 m2 de área, está avaliada em R$ 2.500.000,00. Estou necessitando de recursos financeiros na ordem de R$ 300.000,00 para Capital de giro, pagamento de dívidas e investimentos. Também sou Credor de um CRÉDITO JUDICIAL de R$ 750.000,00, de uma Confissão de Dívida onde os bens do devedor já se encontram penhorados e serão leiloados nos próximos meses.

Aos fundos da fábrica tenho uma área de 1.850 m2 avaliada em R$ 750.000,00 que posso hipotecá-la. Se puder me ajudar, fico no aguardo.

Att: EROS A A ALMEIDA

maria aparecida rodrigues da silva October 31, 2013 at 10:53 pm

Boa tarde,
Gostei muito de ter visto os vídeos que eu assisti, pude ver que vocês são pessoas que dão importância e conselho.
Muito obrigado, desde já agradeço.
Ass Maria Aparecida/ MG

maria aparecida rodrigues da silva October 31, 2013 at 10:43 pm

Olá,

A creche abrange 40 crianças, essas crianças são de 1 ano a 5 anos. Delas 25 ficam período integral e o meu espaço é pequeno, já tentei buscar ajuda da prefeitura mas eles não dão importância. Aqui na creche tem criança portadora de deficiência física, tem criança com problema auditivo, eu tenho essa creche desde 97, hoje preciso de dinheiro emprestado para construir sala de fisioterapia e um refeitório, meu esposo é pedreiro, quero conseguir fazer esse empréstimo para construir esse projeto.

Obrigada.

maria aparecida rodrigues da silva October 31, 2013 at 10:23 pm

Olá,

Tenho uma pequena creche mas preciso construir mais salas, por isso queria fazer um empréstimo para tocar minha creche para frente.

Aguardo contato.

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